quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Exilium

Deixe-me, mas leve-me contigo
Desta vez me diga quem seremos
Abra teu livro e me conte tua historia
Do teu mundo deteriorado por acreditar
Que aquele que te nomeou alguém
Pode te deixar como um coadjuvante
Na historia mais triste desse mundo
Diga por que tão fundo?

Tua obsessão, tua devoção
Tua ardente paixão por ele
Te fizeram ser assim
E assim ele te fez cair
Em silencio tu o adorará
Porque onde quer que vá tu ouvira aquele nome
E sombra há sempre de ser
Pois teus desejos estão queimando
Assim ele te condenou a ser
Brinquedo ilusório 
Liberto para ser escravo
Sem vontade
Sem perdão
Sem beleza alguma
Trancado para sempre, condenado
Se tua gloria for santificada
Quem será o profano da historia
Quem será o depravado maldito
O obcecado por poder...
E em silencio tu o adorará
Porque onde quer que vá ouvira aquele nome
Brinquedo ilusório
Liberto para ser escravo
Sem vontade
Sem perdão
Sem beleza alguma
Trancado para sempre, condenado

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